terça-feira, 30 de novembro de 2010

Ser Educador...

Ser professor é...

Ser professor
é professar a
e a certeza de que tudo
terá valido a pena
se o
aluno sentir-se feliz
pelo que aprendeu com você
e pelo que ele lhe ensinou...
Ser professor é consumir horas e horas
pensando em cada detalhe daquela aula que,
mesmo ocorrendo todos os dias,
a cada dia é única e original...
Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e,
diante da reação da turma,
transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...
Ser professor é importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado.
Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena, sem sair do espetáculo".
Ser professor é apontar caminhos,
mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés...
 
A Arte de ser Educador
Não sabemos dizer se a profissão de professor é a mais antiga do mundo. Dizem ser outra. Mas a verdade é que, desde que o mundo é mundo e o homem se viu como humano, ensinar e aprender é a base da vida.
  O verdadeiro professor não é um “guru”. Ele não inventa teorias. Ele não cria hipóteses. Ele estuda e ensina. Ele aprende e transmite. Ele sente um enorme prazer em fazer com que seus alunos se desenvolvam, cresçam, sejam felizes e tenham muito sucesso. O verdadeiro professor é um incansável ingênuo. Um irremediável sonhador.  O seu prazer maior não está nas coisas materiais. A sua busca incessante pelo conhecimento e seu desejo de questionar, cismar, aprender e ensinar o faz sentir prazer onde outros só vêem tédio – uma boa livraria, um sebo, uma biblioteca ou um site de busca científico.
A informação é seu saboroso alimento. Em qualquer lugar do mundo.
 Esse é o verdadeiro professor. Aquele que optou pelo magistério sabendo que nunca ficará rico de coisas materiais e por mais que tenha conhecimento, sempre se achará pobre no saber. Um eterno insatisfeito que quer sempre  pesquisar mais, aprender mais, para ensinar melhor e ver seus alunos serem sucesso. Esse é o seu orgulho. “Não há orgulho maior do que ouvir de um ex-aluno que fui importante em sua vida”, disse-me um velho professor. Grandes homens e milionários sabem dever sua fama e fortuna a humildes professores que lhes ensinaram a escrever e a contar e lhes despertaram a vontade de aprender.
 O legado de um professor não são indústrias, contas bancárias recheadas, terras, imóveis ou empresas em geral. Seu legado a traça não pode comer. Seu legado ultrapassa, muitas vezes, os séculos.
O sonho de um professor é ter seu nome lembrado por suas idéias e ensinamentos muito tempo depois de ter deixado de viver. Sócrates não deixou nada escrito. Só ensinou.
Graças a Platão, seu aluno dileto, ficou conhecido e é até hoje estudado. Esse é o sonho maior de um verdadeiro mestre – ser eternamente lembrado através de seus alunos.



 

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Praça

a) Exploração Oral:

Conversar com os alunos como são as praças,sua localização e importãncia para a comunidade.
Fazer perguntas. como:
  • Quem gosta de ficar na praça?
  • O que você encontra nela?
  • O que você costuma fazer lá?
b) Atividades:

-Fazer uma maquete com sucata,representando uma praça.
- Pesquisar e levar para a calsse os nomes das praças que existem na cidade.

Caranguejo

a)Exploração Oral:
Levar para sala de aula a fugra de um caranguejo.
 Cantar a música:
 Caranguejo

Caranguejo não é peixe,
Caranguejo peixe é;
Caranguejo só é peixe
Na enchente da mará.
Ora, palma, palma, palma !
Ora, pé, pé, pé !
Ora, roda, roda, roda,
Caranguejo peixe é ! 

Conversar com os alunos sobre o caranguejo.Dizer que é um animal de cinco pares de pernas,sendo que as da frente terminam em forma de pinça.Os caranguejos vivem nos mares,nos mangues e  na água doce, e são encontrados em quase todas as prais brasileiras.Aliemntam-se de restos de animais mortos.
Poucas espécies podem nadar.A maior parte delas anda sobre o fundo das águas.
Perguntar:
  • Quem já virou um caranguejo?Onde?
  • O que achou?
  • Quem já comeu caranguejo?
b) Atividades:

-Desenho livre de um caranguejo.
-Moldagem de caranguejo feita com massa de modelar e palito de fósforos(pernas).

Chave

a) Exploração Oral:

Sugerimos levar para a sala de aula uma coisa com tampa,contendo uma chave.
Fazer perguntas aos alunos sobre o que imaginam que tem dentro da caixa.Conduzir um questionamento até a descoberta da palavra chave.Abrir a caixa mostra-lá.

Perguntar:
  • Qual a utlidade da chave?
  • Além das portas aonde podemos usar as chaves(Diários,cofres,caixinhas,armários,carros,etc.)
  • Alguém na sua casa costuma perder as chaves? Quem?
Ler e pedir que as crinças repitam o trava-linguas:

Chico chegou chiando
A chave de sua charanga
tomou chá de sumiço.
Chamei o chaveiro Xerxes
para acabar com o rebuliço.

b)Atividades:
Trabalho de sombra com giz de cera:
O professor poderá fazer  vários moldes de chaves de cartolina ou trazer de casa chaves para o trabalho de sombra.

Árvore

a) Exploração Oral:
O professor poderá começar a aula lendo um texto sobre ávores.
Sugestões:
  • Chuva de flor,de Gilda F. Padilha,Editora: Ao Livro Técnino.
  • A viagem da sementinha,de Regina Seguemoto,Editorações Paulinas
  • A ávore da montanha,de Angela L. de Souza,Editora Scipione.
Ou, ainda, a leitura de poema:

A árvore

Lá no campo
Nasceu um brotinho.
Foi crescento,foi subindo
E virou uma ávore
De perfumes,flores,frutos
E ninhos de passarinho.

Árvore,você é tão boa!
Eu queria ser você
Que dá sombra aos animais
E protege os passarinhos.

Árvore,você enfeita a vida
Lá na mata,tudo é bonito,
Só por causa de você.
                     (aos 10 anos)

Maria Lúcia Godoy.Ninguém reparou na primavera.

b) Atividades:

 Conversar com os alunos sobre a importância das árvores,a necessidade do seu plantio e os cuidados que necessita.
Fazer perguntas,como:
  • Qual é a utlidade das árvores?
  • Quem tem árvores no quintal?
  • Que frutos elas dão?
  • Quem já plantou alguma árvore
  • O que vocês pensam das pessoas que derrubam árvores,sem se preocupar em plantar outras em seu lugar?
  • Quando comemoramos o dia da árvore?

Rádio

a)Exploração Oral:

Levar para classe o rádio ou a figura dele e fazer perguntas de modo que possam contar onde e como utilizam.Por exemplo:
  • Quem tem rádio em casa?
  • Como ele é?
  • Que tipo de programa custumam ouvir?
  • Além de músicas,o que mais é possivel ouvir no rádio?
Contar aos alunos que o rádio foi inventado em 1896 pelo italiano Guglielmo Marconi.

b) Atividades:
-Desenhar o modelo de rádio que tem em casa ou no carro.
-Fazer um grande painel com os radios desenhados. Propor que acrescentem aos desenhos alguns elementos que possam dar " pistas" sobre o programa que estaria sendo transmitido pelo rádio.
- Brincar como se estivessem utilizando radiotransmissores.

Jogo Educativo

Carroça

a) Exploração Oral

Conversar com as crianças sobre a vida no campo.Falar dos hábitos das pessoas que vivem lá,dos produtos,das músicas,das criações de animais e dos meios de transportes utilizados.

Fazer entre outras perguntas como:
  • Quem já andou de carroça?
  • Só no Campo é possivel andar de carroça?
  • Na cidade,como a carroça é utilizada?

b) Atividade:

Jogo:"O que vou levar na carroça?"
As crianças,em círculo,falam o nome de objetos/frutas que vão levar na carroça de acordo com a regra dada pelo professor.
Por exemplo:O professor diz: "Vou levar na carroça objetos de cozinha...."
"Vou levar na carroça objetos de quarto..."
"Vou levar na carroça apenas frutas..."
"Vou levar na carroça qualquer coisa que comece coma a letra...."
etc.

Texto Para Interpretação

A Galinha Ruiva

Era uma vez uma galinha ruiva, que morava com seus pintinhos numa fazenda. Um dia, ela percebeu que o milho estava maduro, pronto pra colher e virar um bom alimento.
A galinha ruiva teve a idéia de fazer um delicioso bolo de milho. Todos iriam gostar! Só que teria muito trabalho, porque  ela precisaria de bastante milho para o bolo. Quem poderia ajudar a colher a espiga de milho no pé? Quem poderia ajudar a debulhar todo aquele milho? Quem poderia ajudar a moer o milho para fazer a farinha de milho para o bolo? Se todos ajudassem, não seria nada complicado. Pensando nisso que a galinha ruiva procurou seus amigos.

- Quem pode me ajudar a colher o milho para fazer um delicioso bolo? - perguntou a galinha.
- Eu não, disse o gato. Estou com muito sono.
- Eu não, disse o cachorro. Estou muito ocupado.
- Eu não, disse o porco. Acabei de almoçar.
- Eu não, disse a vaca. Está na hora de brincar lá fora.
Todo mundo disse não. Então, a galinha ruiva foi preparar tudo sozinha: colheu as espigas, debulhou o milho, moeu a farinha, preparou o bolo e colocou no forno.
Quando o bolo ficou pronto, exalou  aquele cheirinho mais delicioso!  Os amigos foram se aproximando. Todos ficaram com água na boca.

Nessa hora a galinha ruiva disse:

- Quem foi que me ajudou a colher e a preparar  o milho  para fazer o bolo?

Todos ficaram bem quietinhos, pois ninguém tinha ajudado.

- Então quem vai comer o delicioso bolo de milho sou eu e meus pintinhos, apenas, disse a galinha. Vocês podem continuar a descansar.

E assim foi: a galinha e seus pintinhos  se esbaldaram  com o gostoso quitute  e nenhum dos preguiçosos foi convidado.

                                      ***

Ruy Varela